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    Vídeo: O incrível Perplexus

    Para brincar com o incrível Perplexus  você coloca a bolinha de aço num dos caminhos, preferencialmente o caminho número 1 que passará no labirinto todo até o fim que é no número 100. Click abaixo para assitir o vídeo:



    Escrito por: Ki-Legal Brinquedos, em 07/12/2011, às 15:07:00     ( 0 ) comentário    
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    Plasmacar no Teleton 2010

    Conheça a história de vida do menino Alex que um de seus brinquedos é o Plasmacar. Essa história que foi exibida no SBT, no dia 7 de novembro, no Teleton 2010. 

    Comentem como o Plasmacar é importante para a coordenação motora das crianças.



    Escrito por: SBT, em 12/11/2010, às 17:09:49     ( 0 ) comentário    
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    CONAR pediu a suspensão imediata do comercial de TV do brinquedo 'Roma Tático Móvel' exibido em um canal de TV.

    Dia das Crianças tem 'caveirão' de brinquedo no Rio

    Brinquedo possui adesivos estilizados parecidos com símbolo do Bope.
    Bonecos de policiais armados vem junto com o carro.

    Em uma loja de departamentos de Bangu, na Zona Oeste do Rio, o locutor anuncia repetidamente um brinquedo um tanto diferente. O que era o símbolo da ocupação policial nas favelas agora é uma miniatura. O carro blindado do Bope, conhecido como caveirão, virou brincadeira de criança.

    Com direito a seteiras espalhadas no veículo (pequena abertura que evita que os policiais fiquem com o cano das armas para fora), portas que podem ser abertas, bonecos de policiais armados com réplicas de fuzil e adesivos com uma caveira estilizada, o brinquedo tem o nome de ROTB, uma sigla para Roma Tático Blindado. A miniatura tem tido bastante procura. Pelo menos é o que garante Valtency Martins, chefe de departamentos da loja.

    “Por dia estamos vendendo de 10 a 12 unidades e muita gente liga e pergunta sobre o caveirão. E isso sem propaganda. As pessoas vêem e querem comprar”, contou Valtency.

    Para aumentar ainda mais as vendas, o gerente da loja de departamentos, Cosme da Silva, pretende vincular o brinquedo ao filme Tropa de Elite 2, longa que estreia este mês nos cinemas.

    “Temos pedido para o locutor citar o filme. Ainda mais agora que vai estrear. Tenho certeza que a demanda irá aumentar ainda mais depois que o Bope voltar a ficar em evidência”, disse o gerente.

    Comercial 'apelativo'
    Recentemente o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) pediu a suspensão imediata do comercial de TV do brinquedo 'Roma Tático Móvel' exibido em um canal de TV por assinatura.

    Durante a propaganda, crianças simulam uma ação policial com o carro e os bonecos armados. Segundo o Conar, o anúncio induz à violência e dirige apelo de consumo direto à criança.

    Com tantas leis de proteção ao consumidor, proteção a criança e até mesmo lei que está na Câmara dos deputados para proibir a propaganda direcionada a criança, nos deparamos com esse tipo de divulgação e indução a violência. Deixe seu comentário a favor ou contra essa punição.



    Escrito por: Portal Globo de Notícias (G1), em 07/10/2010, às 11:49:09     ( 0 ) comentário    
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    Fabricantes de brinquedos estudam fusão

    Leia e comente o assunto que vem gerando grande repercussão na mídia. Você acha que isso realmente será bom ou prejudicará o setor? O que Laranjal Paulista pode ganhar ou perder com essa fusão?

    Projeto das grandes empresas do setor, entre elas a Estrela, é criar uma grande companhia nacional para concorrer com os chineses

    SÃO PAULO - Na tentativa de barrar a China e recuperar parte do mercado que está hoje nas mãos de importadores, grandes fabricantes nacionais de brinquedos querem se unir para criar a maior empresa do setor. A fusão vem sendo estudada há dois anos depois de uma sugestão da Brinquedos Estrela, que está entre as cinco maiores fabricantes do País. "É impossível ter um setor forte num ambiente tão pulverizado como o nosso. Sem um grande player, não somos alvo de investimentos", disse o presidente da companhia, Carlos Tilkian.

    No Brasil existem 440 fabricantes de brinquedos que detêm menos da metade do mercado nacional. O restante foi abocanhado por 280 importadores, especialmente chineses.

    A fusão está sendo estudada pela Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq). Deve envolver sete grandes empresas que, juntas, terão faturamento de R$ 250 milhões e uma fatia de 40% do mercado nacional. O presidente da Abrinq, Synésio Batista da Costa, garante que o processo está prestes a ser concluído e que a documentação deve ser encaminhada para avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em três meses. Mas os empresários do setor não são tão otimistas. Para eles, a fusão não deve sair antes de um ano por causa do próprio perfil das empresas. Exceto a Estrela, todas as outras fabricantes são de capital fechado, o que dificulta as negociações porque as contas não são auditadas.

    Os nomes das empresas envolvidas no acordo não foram divulgados. Costa disse apenas que são de um mesmo segmento e complementares. Entre as maiores fabricantes de brinquedos do País estão Bandeirantes, Gulliver, Grow, Estrela e Líder. Como não existem estatísticas confiáveis no setor, a Abrinq não divulga o ranking com a participação das companhias

    Custo

    "Nosso maior problema é o custo da cadeia produtiva do brinquedo. A competitividade é afetada pelo câmbio e até pela política trabalhista brasileira que não respeita a sazonalidade", disse Tilkian. Em 2009, a Estrela calcula ter faturado cerca de 15% a mais que no ano anterior, quando as vendas chegaram a R$ 108 milhões.

    As propostas para a fusão já foram apresentadas ao Ministério da Indústria e Comércio, acompanhadas de uma série de reivindicações, como redução de carga tributária sobre os produtos e limitação da entrada de importados. "Só assim vamos ampliar nosso poder de negociação e ganhar escala econômica", disse Costa. Segundo ele, a associação conversa sobre a fusão também com investidores americanos e chineses, que entrariam como sócios da nova empresa. "Estudamos até a possibilidade de fabricar cerca de 20% dos produtos na China." Em 2009, a produção nacional de brinquedos movimentou R$ 4,4 bilhões. Em 2010, o faturamento deve alcançar os R$ 5 bilhões, segundo a Abrinq.


    Escrito por: Renato Sartori Diniz, em 15/04/2010, às 08:21:31     ( 0 ) comentário    
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    O Fim da Infância

    A revista super interessante, em sua edição 268, de agosto de 2009, publicou a matéria “O Fim da Infância”.

     

    Como se trata de um importante assunto para nossa empresa e para a indústria de brinquedos, resolvemos colocar o resumo da matéria nesse blog para debatermos o assunto.

    O Fim da Infância (1850 – 2009)

    O Conceito de infância faleceu em 7 de julho de 2009, vítima de causas múltiplas. No século 19, a idéia de uma etapa da vida protegida dos males do mundo já vinha com a saúde declinante havia 50 anos, atingida pela era da informação e pela expansão da adolescência, entre outros fatores.
    O americano Neil Postman, escreveu em seu livro “A infância é um artefato social, não uma categoria biológica”, provando que a infância era uma invenção cultural, o historiador alertava que a mesma sociedade que a criou poderia determinar o seu fim.
             Na época do Iluminismo e revoluções burguesas foram conquistados novos códigos civis que reconheciam as crianças como sujeitos com direito e proteções legais específicas e necessidades especiais.Mas no meio do caminho houve outra revolução, a Industrial. E novas fábricas fizeram milhares de pais rever seus conceitos recém estabelecidos para botar os pequenos a trabalhar e ajudar no orçamento familiar. Então o Estado passou a se dar o direito de agir como protetor das crianças, desta forma, com o governo no papel de tia da creche, a infância foi brincar tranqüila.          Em 1850, a transição está completa. O mundo que era um só, virou dois: o das crianças e dos adultos. 
    A TV é considerada o princípio da depredação do prédio, pois ao reunir a família toda em volta de sua tela, a televisão voltou a aproximar esses dois mundos. Ou melhor: como aquela criança mais velha que ensina palavrões para as menores, ela volta e meia transmitia conhecimentos que os pais preferiam que seus filhos ainda não soubessem. Ou seja, o acesso das crianças a informações do mundo adulto transformou tudo drasticamente e se transformou na babá eletrônica.
             È inegável que as gerações que cresceram na frente da TV tiveram acesso a um volume de informações muito maior que do que as anteriores – sem fazer juízo de valor dessas informações. A verdade é que a quantidade de tempo na frente da tela foi aumentando a cada década, chegando ao ápice nos anos 90. E então ela começou a cair. Para desespero dos pais, porque agora as crianças podiam aprender o que quisessem em outra tela, a do computador.
            O que a imprensa colocou de pé a TV e a internet vem colocando de lado, mas não é só na busca por informações antes exclusivas que podemos detectar sinais do fim da infância.         
    A consagração da adolescência como a melhor, mais divertida e inesquecível idade para todos os seres humanos, uma idéia que começou a pegar nos anos 50, também exerce uma pressão para que as crianças deixem logo de sê-lo.
            As crianças de 3 anos já estão aprendendo um segundo idioma, e as que entram no ensino básico já tem uma agenda lotada de cursos, aulas extras, grupos de estudo – nenhum pai quer que seu filho fique para trás. Nos EUA já há um movimento para que as escolas públicas passem menos dever de casa.
            A ética profissional é incutida cada vez mais cedo. Quando a menina Maisa, 7 anos, teve problemas com seu chefe, Silvio Santos (ele a fez chorar duas vezes e a prendeu dentro de uma mala), seus pais logo trataram de esclarecer que ela não deixaria de cumprir os seus contratos com o SBT.
            Hoje nas escolas o currículo é organizado como se as crianças aprendessem sobre o mundo na sala de aula, ignorando todas as informações fora dela. E na verdade é preciso que um modelo de infância que entenda que a as crianças podem, querem e vão aprender sozinhas, pois as crianças pós-modernas não pedem permissão dos adultos para aprender. E quanto antes reconhecer isso, melhor, pois pais e mestres não deveriam esperar a indústria de celebridades passar dos limites para serem lembrados que as crianças não são tão infantis.

    Texto da revista por: Emiliano Urbim
    Design: Juliana Vidigal
    Ilustração: Fernanda Leal

    As empresas de brinquedos vez terão que fazer brinquedos para crianças mais novas? E cada vez mais cedo trocarão os brinquedos pelos eletrônicos? Deixe seus comentários.

     

     


    Escrito por: Renato Sartori Diniz, em 25/09/2009, às 11:30:38     ( 0 ) comentário    
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